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Lutas comandadas pelo sindicato elevam piso para R$ 757,66
Resgatar a dignidade do professor de Maricá. Foi com esse objetivo que a direção do sindicato (hoje abrangendo todos os profissionais em Educação) iniciou, em 2005, a caminhada mais vitoriosa da história de nossa entidade. Em junho daquele ano, na primeira negociação que fizeram com o Município, os líderes sindicais elevaram o piso de R$ 456,00 para R$ 492,48. Desde 2003, os professores não tinham aumento. Menos de um ano depois, em janeiro de 2006, o menor salário passou para R$ 502,33. No mesmo ano, teve mais dois saltos: para R$ 532,47 (em maio) e para R$ 552,20 (em dezembro). Em maio do ano seguinte, a atual direção do nosso sindicato elevou o piso para R$ 662,20, novamente reajustado em junho de 2009 (dessa vez para R$ 701,93). O salário dos professores voltou a aumentar
 
 
Outras conquistas da categoria
As conquistas do sindicato vão além da elevação do piso salarial. Atualmente, os profissionais em educação possuem plano de carreira, licença amamentação com tempo ampliado, adicional de qualificação, modulação das turmas e licença para estudos. A licença amamentação, por exemplo, teve seu período ampliado para 60 dias. Antes, eram por apenas 15. Quanto ao adicional por qualificação, o cálculo é feito de acordo com a carga horária do curso realizado pelo profissional. Aline Simonassi explicou a forma como o sindicato incentiva a capacitação profissional. "O adicional por qualificação foi a forma que encontramos de investir no aperfeiçoamento dos profissionais da região. Se o professor participar de um curso com carga horária entre 30 e 100 horas, ele terá 6%
 
 
Plano de saúde mais barato
Ficou bem mais fácil para os companheiros da Educação garantir a saúde de suas famílias. Com o convênio que o sindicato assinou com a operadora Amigo, os trabalhadores já podem fazer planos médicos com preços bem abaixo do mercado. Confira na tabela.    
 
 
Sede própria é realidade
A casa do profissional de educação agora é própria. Graças ao trabalho da atual gestão, que poupou o dinheiro dos associados, o sindicato saiu do aluguel de R$ 1,2 mil por mês. Instalada num amplo terreno no bairro do Flamengo, a casa tem mais de 250 metros quadrados. Adquirido por R$ 85 mil, o imóvel passa por reformas para melhor atender os companheiros. A presidente Aline Simonassi comemora a conquista: "Foi como comprar uma casa própria. Manter esse patrimônio só depende de nós. Agora, podemos investir o dinheiro do aluguel em outros benefícios".
 
 
Diretoria é reeleita com 95,5% dos votos
Depois de acabar com o presidencialismo e adotar a administração por colegiado, a direção do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Maricá mobilizou a categoria para eleger nova diretoria para o triênio 2011-2013. Sem qualquer tipo de oposição, a atual diretoria foi a única a registrar chapa de candidatos. Graças ao trabalho apresentado em dois mandatos, nossas lideranças sindicais foram novamente reeleitas. Agora com a aprovação de mais de 95,5% dos 363 que compareceram às urnas. A transparência da votação foi comprovada pela presidente da comissão eleitoral, professora Renata da Silva Gomes, que fez questão de examinar cada voto aberto, além de acompanhar a urna itinerante.
 
 
Prefeito não cumpre promessas de campanha
Às vésperas de completar dois anos, a administração de Washington Quaquá (PT) não conseguiu cumprir a maioria das promessas de campanha. Ruas da cidade continuam esburacadas, as praças estão abandonadas e a principal unidade de saúde (Hospital Conde Modesto Leal) é um dos maiores retratos do descaso com nossa população. O sonho da Unidade de Pronto Atendimento poderá virar pesadelo. Poucas pessoas sabem, mas a UPA levará dos cofres municipais cerca de R$ 3 milhões ao ano, somente para despesas com pessoal - quatro vezes o valor destinado a toda rede municipal de Saúde. Na principal estrada de Itaipuaçu, crateras continuam 'engolindo' um carro atrás do outro, prejudicando moradores e espantando turistas. Na Mumbuca (região central), a ponte de acesso está interdit
 
 
Sindicato garante indenização
A Justiça tarda, mas não falha. Quatro anos após dar início a uma batalha contra a Prefeitura de Maricá, o professor Carlos Borges de Freitas recebeu do nosso Sindicato a notícia que tanto esperava: o Município foi condenado a indenizá-lo em 40 salários mínimos, por constrangimentos ilegais. "Estou aliviado. Minha ação veio para mostrar que somos fortes, principalmente quando nos unimos", comemora Carlos Borges de Freitas, que fez questão de falar com a equipe do PALAVRA DO EDUCADOR diante da Prefeitura. O constrangimento aconteceu em 2006, quando ele, sem qualquer justificativa ou aviso prévio, perdeu a turma extra que tinha na Escola Municipal Joana Benedicta Rangel. Ao procurar o Sindicato, recebeu do advogado Marcos Roberto Freitas a sugestão de processar a Prefeitu
 
 
Jurídico luta contra corte de ponto
Preocupado em evitar que os companheiros da Educação sejam perseguidos pela Prefeitura durante nossas futuras campanhas salariais e até em casos de greve, o Departamento Jurídico do Sindicato ajuizou mandado de segurança solicitando que o Executivo fique impedido de descontar de nossas folhas de pagamento quaisquer dias parados. A medida vale para todos os companheiros. Esse instrumento já foi utilizado com sucesso em outras batalhas do Sindicato e nosso Departamento Jurídico continua em alerta. "Eles (governantes) utilizam tal artifício para intimidar a classe, mas a Justiça está do lado do trabalhador, garantindo a todos o direito de greve", comenta o advogado Marcos Roberto de Freitas, confiante em mais uma vitória para os profissionais da Educação. &n
 
 
Jurídico sai da inércia e bate recordes de ações
Atendimento é gratuito para todo sindicalizado Os números da atual gestão também são pra lá de positivos quando o assunto é Justiça. Ao assumir o sindicato, em 2005, a presidente Aline Simonassi dos Santos encontrou um Departamento Jurídico inoperante. Com cerca de 25 ações em ritmo lento, o setor não atendia às expectativas dos trabalhadores. Depois de estudar cada caso, o advogado Marcos Roberto de Freitas tirou os processos da prateleira e foi atrás de bons resultados. E as conquistas não param de crescer. De lá para cá, já foram abertos aproximadamente 320 processos contra a Prefeitura de Maricá. As consultas jurídicas, que acontecem às quartas-feiras, são gratuitas para qualquer filiado do nosso sindicato. Com o advogado Marcos Roberto de Frei
 
 
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